Prefeitura Municipal de Paraty

Endereço

Alameda Princesa Izabel, s/nº

Pontal

CEP: 23970-000

Contatos

Telefone: (24) 3371-1266

Fax: (24) 3371-1222

E-mail: ouvidoria@pmparaty.rj.gov.br Entrar em contato

Site: http://www.pmparaty.rj.gov.br

Seu Nome:

Seu Email:

cancelar    

Latitude:
23° 13' 21'' S
Longitude:
44° 42' 50'' O
População total (hab.):
37.575 habitantes (Dados IBGE- 2010)
População urbana (hab.):
27.717 habitantes ( Censo IBGE - 2010)
População rural (hab.):
9.858 habitantes (Censo IBGE - 2010)
Área total do município (km²):
930,7 Km²
Municípios limítrofes:
Angra dos Reis ao Norte, Cunha à Oeste, Ubatuba ao Sul e Oceano Atlântico à Leste
Distritos:
Parati, Parati-Mirim e Tarituba
Distância da capital (km):
258 Km
Temperaturas:
Média anual (ºC):
27° C
Mínima (ºC):
12° C
mês: Julho
Máxima (ºC):
38°
mês: Janeiro
Período:
Clima:
Tropical, quente e úmido
Altitude Média:
5 metros
Principais atividades econômicas:
Turismo, comércio e agricultura
Nome do Prefeito:
José Carlos Porto Neto
Telefone:
(24) 3371-2015
E-mail:
ouvidoria@pmparaty.rj.gov.br
Partido:
PTB - Partido Trabalhista Brasileiro
Nomes das secretarias, departamentos e outros:
Controladoria, Procuradoria, Secretaria da Administração, Secretaria de Turismo e Cultura Secretaria do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, Secretaria da Educação, Secretaria de Esporte e Lazer, Secretaria da Finanças, Secretaria de Guarda de Trânsito, Secretaria de Obras, Secretaria de Pesca e Agricultura, Secretaria de Planejamento, Secretaria de Promoção Social, Secretaria de Saude e Secretaria Executiva de Governo.
Órgão oficial de turismo:
Nome do órgão:
Secretaria Municipal de Turismo e Cultura
Titular do órgão:
Amauri Barbosa
Endereço:
Av. Roberto da Silveira, nº 01 - Centro - Paraty - RJ
Site:
http://www.pmparaty.rj.gov.br
E-mail:
turismo@pmparaty.rj.gov.br
Telefone:
(24) 3371-1897 / 3371-1046
Instância de governança municipal:
Existe instância de governança instituída no município:
sim
Informações:
Nome da instância:
COMTUR
Título do órgão:
Conselho Municipal de Turismo
Endereço:
Avenida Roberto Silveira, 01
Telefone/Fax:
(24) 3371-6553
Site:
http://www.comturparaty.com.br
Caráter jurídico:
conselho
Composição da instância de governança municipal:
Entidades públicas:
Secretaria Municipal de Turismo e Cultura,Secretaria de Saúde e Defesa Civil, Secretaria de Obras e Transporte, IPHAN, FEEMA, IBAMA
Entidades privadas:
ABIH - Associação Brasileira da Indústria Hoteleira, ACIP - Associação Comercial e Industrial de Paraty, IAAP - Instituto Histórico e Artístico de Paraty, PCVB- Paraty Convention & Vistors Bureau, Associação de Guias de Turismo, Associação de Taxistas de Paraty, Representantes dos Barqueiros, Representantes dos Operadores de Mergulho,Representantes das Empresas de Escunas e Saveiros, Representantes de Artistas, Representantes dos Artesãos e Músicos, Representantes dos Funcionários Associados de Empresas Prestadoras de Serviços Turísticos sediados em Paraty.
Entidades do terceiro setor:
Associação da Casa Azul, Asociação Paraty Cultural, Grupo contadores de Histórias, Ósilo Culturoal José Keber, Associação Nhandeva e Representantes de outras Entidades e Empresas Culturais Não Governamentais
Entidades públicas e privadas:
SEBRAE-RJ, COMAMP
Entidades privadas e terceiro setor:
Associação Paraty Cultural, Associação da Casa Azul, Grupo Contadores de Histórias, Ósilo Cultural José Kleber, Associação Nhandeva
Competências da instância de governança municipal:
O COMTUR possui Regimento Interno onde as competências de suas atuações estão discriminadas, veja no site http://comturparaty.blogspot.com/2010/05/regimento-interno.html
Lei orgânica do município (Lei nº):
Data 05/04/1990
Plano de desenvolvimento do turismo (Lei nº):
Lei nº 20/2004 - Plano Diretor de Desenvolvimento Turístico em Paraty
Plano diretor (Lei nº):
Lei nº 1352/2002 - Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado do Município
Aniversário da cidade:
28 de Fevereiro
Santo Padroeiro:
Nossa Senhora dos Remédios
Dia do Santo:
08 de Setembro
Feriados municipais:
nome / dia: Aniversario da Cidade / 28/02, nome / dia: Padroeira da Cidade / 08/09
Abastecimento de água:
Tipo de abastecimento:
água tratada
Empresa responsável:
Prefeitura Municipal de Paraty (água somente clorada)
Serviços de esgoto:
Tipo de esgotamento:
fossa séptica
Empresa responsável:
Prefeitura Municipal de Paraty
Serviços de energia:
Tipo de abastecimento de energia:
rede rural
Empresa responsável:
AMPLA - Energia e Serviços S.A.
Voltagem:
110 V
Serviços de coleta de lixo:
não seletiva
Tipo de coleta de lixo:
Não eletiva. Estão em processo de implantação da Coleta Seletiva Solidária
Empresa responsável:
Prefeitura Municipal de Paraty
Formas de acesso a internet:
a radio, a cabo, a telefone banda larga, telefone discada, wireless, 3 G
Operadoras de celular que atuam na localidade:
Oi, Claro, Tim, Vivo
Número de visitantes:
Número de visitantes por procedência:
Atrativo 1:
Centro Histórico, Igreja Nossa Senhora dos Remédios, Caminho do Outro
Atrativo 2:
Cachoeira da Pedra Branca
Atrativo 3:
Praia da Figueira, Praia do Meio, Praia do Cachadaço, Vila de Trindade
Origem do nome:
Segundo Teodoro Sampaio, ilustre geógrafo e historiador brasileiro, em "O Tupi na Geografia Nacional", Paraty, significa: jazida do mar, o golfo, lagamar e informa ainda, não confundir com Pirati: peixe da família das tainhas muito comum na região. Alguns historiadores porém acreditam e informam que o nome da cidade se originaria do nome do peixe, outros que seria "viveiro de peixes". Melhor a definição de Teodoro Sampaio.



Fonte: Livro Paraty para Estudantes; Instituto Histórico e Artístico de Paraty, 2006.
Data da criação:
16-08-1531
Data da emancipação:
28-02-1844
Fundadores:
Segundo a tradição, as primeiras sesmarias em terras de Paraty foram concedidas pelo Capitão-Mor Joaquim Pimenta de Carvalho, em nome do Conde da Ilha do Príncipe, donatário da Capitania de São Vicente, a alguns moradores da Vila de N.Sª. da Conceição de Angra dos Reis da Ilha Grande, a cuja jurisdição pertenciam.

A Senhora Maria Jacome de Melo, por volta de 1646, dou terras para a construção de um templo sob a proteção de N.Sª. dos Remédios.

Em 1660, o Capitão Domingos Gonçalves de Abreu, requereu diretamente ao Capitão-Mor da Capitania de São Vicente a elevação à categoria de Vila e sem esperar resposta, erigiu às suas custas o pelourinho, símbolo de autonomia e autoridade.

Referência:

http://www.paraty.rj.gov.br/camaraparaty/cultura.php

Fatos de importância histórica:
O território do atual Município de Paraty era ocupado, à época do Descobrimento, pelo indígenas guaianás, que se estendiam para o Norte até Angra dos Reis e para Sul até o rio Cananéia do Sul.

Desde princípios do século XVI, portugueses vindos da Capitania de São Vicente instalaram-se na região.

Com a descoberta do ouro nas "gerais", Paraty tornou-se ponto obrigatório para os que vinham do Rio de Janeiro em demanda das minas, uma vez que esse era o único local em que a Serra do Mar podia ser transposta, através de uma antiga trilha dos guaianás, pela Serra do Facão e o local em que hoje fica a Cidade de Cunha, em São Paulo, atingindo o Vale do Paraíba, em Taubaté - depois em Pindamonhangaba e Guaratinguetá - e daí os sertões das "gerais".

O primeiro núcleo organizado de povoamento surgiu num morro "distante 25 braças para o Norte do rio Perequê-Açu", onde, em princípios do século XVII, foi São Roque. Posteriormente, seus moradores transferiram-se para local mais favorável e construíram, por volta de 1646, um templo sob a proteção de Nossa Senhora dos Remédios, em terreno doado por Maria Jácome de Melo.

Graças à sua situação de caminho único para o Vale do Paraíba e as Minas para quem vinha do Norte, a povoação prosperou rapidamente. Os paulistas do Vale desciam a Serra com os produtos de sua lavoura para negociá-los e ali adquirir os artigos de que necessitavam. Seu porto era muito freqüentado, fazendo-se grande comércio de café, arroz, milho, feijão, aguardente e farinha. Por ali escoava-se grande parte do ouro das Minas, tanto que uma Carta Régia de 9 de maio de 1703 nela criou um Registro de Ouro, extinguindo todos demais, salvo o de Santos.

Em 1660, um Paratyense decidido, o Capitão Domingos Gonçalves de Abreu, levantando-se contra a Vila de Angra dos Reis da Ilha Grande, a cuja jurisdição estava sujeito o povoado, requereu diretamente ao Capitão-Mor da Capitania de São Vicente a sua elevação à categoria de Vila e, sem esperar resposta, erigiu às suas custas o pelourinho, símbolo de autonomia e autoridade. Durante sete anos a Câmara de Angra dos Reis lutou contra esse ato de rebeldia, mas uma Carta Régia de 28 de fevereiro de 1667 reconheceu a autonomia já de fato conquistada pelos "levantados" de Paraty.

Criada em 1720 a capitania de São Paulo, desmembrada do Rio de Janeiro, a ela foi adjudicada a Vila de Paraty. No entanto, como a administração da justiça continuasse a cargo do Ouvidor-Geral da capitania do Rio de Janeiro, que dela não abria mão, a Câmara da Vila, diante dos inconvenientes que surgiam dessa dualidade de jurisdição, solicitou sua anexação à última, o que foi concedida por Ordem Régia de 8 de janeiro de 1827.

Depois da abertura, na segunda década do século XVIII, do "caminho novo" para as Minas Gerais, o qual partindo do Rio de Janeiro através da Serra dos Órgãos, Paraíba (do Sul) e Borda da Campo (Barbacena), encurtava para 15 dias a jornada para os sertões do ouro, Paraty sofreu o primeiro declínio. Ainda assim, continuou importante porto de mar até fins do século XIX.

As caravelas que vinham da Europa ali faziam escala quase obrigatória. Companhias líricas vinham da Europa representar no teatro de Paraty, que também recebeu atores nacionais do vulto de João Caetano. Continuavam a chegar imigrantes às suas terras férteis. Por volta de 1863 ainda existiam 12 engenhos e 150 fábricas de aguardente. Com a abolição da escravatura, em 1888, e o êxodo dos trabalhadores rurais, verificou-se o colapso de sua economia, baseada na cultura da cana e do café. Em conseqüência do abandono das terras, vários cursos de água tiveram seus leitos obstruídos, ficando as várzeas férteis sujeitas a inundações.

A partir de 1954, com a abertura de uma estrada carroçável para Cunha, na direção do antigo caminho colonial da Serra, foi-se processando lentamente o soerguimento econômico do Município, tanto pela recuperação das lavouras, como pela afluência de turistas, vindos principalmente de São Paulo.

A precariedade do transporte marítimo, único meio de comunicação de Paraty com os demais Municípios fluminenses, provocou, no princípio da década de 1960, um movimento a favor de uma revisão administrativa que desmembrasse o Município do Estado do Rio de Janeiro e o fizesse voltar a integrar o território do Estado de São Paulo. A abertura da estrada para Angra dos Reis veio romper esse isolamento permitindo prever um novo surto de progresso para o Município.

Pela sua situação geográfica e riqueza de suas terras, Paraty tem condições excepcionais para retomar o lugar de relevo que ostentou outrora no conjunto das localidades fluminenses.

Referência:

http://www.paraty.rj.gov.br/camaraparaty/cultura.php

Integra o conselho regional de turismo?:
sim
Qual?:
Conselho Estatual de Secretários de Turismo
Outros conselhos:
COMTUR - Conselho Municipal de Turismo, Fórum Estadual de Secretarias e Dirigentes Municipais de Turismo
Nome da instituição:
Secretaria de Turismo e Cultura
Site:
http://www.pmparaty.rj.gov.br
As informações foram fornecidas pelos prestadores de serviços, e esses são responsáveis pela sua exatidão. Esclareça diretamente todas as suas dúvidas antes de planejar a sua viagem.